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Desvendando o Mundo dos Pixeis: Da Arte Digital à Fotografia

Desvendando o Mundo dos Pixeis: Da Arte Digital à Fotografia

TECNOLOGIA | 8 de Dezembro, 2025

LEITURA | 21 MIN

Vamos desvendar o mundo dos pixels, aqueles pontinhos que formam tudo o que vemos em telas e impressões. Seja na arte digital que criamos no computador ou nas fotos que tiramos com o telemóvel, os pixels são a base de tudo. Neste artigo, vamos entender como eles funcionam, como afetam a qualidade das imagens e como podemos usá-los a nosso favor, tanto na arte quanto na fotografia.

Pontos Chave

  • A arte digital usa ferramentas virtuais para simular técnicas tradicionais, como pintura e desenho, com os pixels como blocos de construção.
  • Na fotografia moderna, a facilidade de acesso e partilha traz desafios; a capacidade de olhar e compor é mais importante que o equipamento.
  • Pixels são os elementos básicos de uma imagem digital, enquanto DPI (pontos por polegada) se refere à impressão e PPI (pixels por polegada) à resolução digital.
  • A resolução (DPI/PPI) afeta diretamente o detalhe e a qualidade de uma imagem impressa, exigindo ajustes para resultados ótimos.
  • A arte em pixels tem uma história rica, evoluindo de técnicas de computação antigas para um estilo visual reconhecível e relevante hoje.

A Essência dos Pixeis na Arte Digital

A arte digital, em sua essência, é construída a partir de pixels. Estes pequenos pontos luminosos, quando organizados em conjunto, dão vida a imagens complexas e vibrantes em nossas telas. A forma como esses pixels são manipulados define a natureza e a expressão da obra.

Pintura Digital: Simulação e Expressão

A pintura digital é talvez a manifestação mais direta da arte digital, onde ferramentas virtuais imitam as técnicas tradicionais de pintura. Artistas utilizam softwares que simulam pincéis, telas e tintas, permitindo uma liberdade criativa sem precedentes. A capacidade de experimentar com cores, texturas e camadas de forma não destrutiva é um dos grandes atrativos. A simulação de técnicas como óleo sobre tela, aquarela ou baixo-relevo abre um leque de possibilidades expressivas.

Desenho Digital: Ferramentas Virtuais e Tradicionais

O desenho digital, por sua vez, foca na criação de linhas e formas através de ferramentas digitais. Embora muitas vezes confundido com a pintura digital, o desenho digital pode se aproximar mais do traço manual, utilizando mesas digitalizadoras e canetas stylus que replicam a sensação do lápis ou da caneta sobre o papel. A flexibilidade para ajustar traços, apagar sem deixar marcas e experimentar com diferentes espessuras e estilos é um diferencial.

Arte Computacional e suas Variantes

A arte computacional abrange um espectro mais amplo, onde o próprio computador e seus algoritmos desempenham um papel ativo na criação. Isso inclui desde a arte generativa, onde o artista define parâmetros e o computador gera variações da obra, até a net art e a web art, que exploram o ambiente online como meio e suporte. A interação entre o artista, o código e o resultado final é o que define esta categoria, muitas vezes explorando a aleatoriedade e a complexidade.

A arte digital não se limita a replicar o mundo físico; ela cria novas realidades visuais, explorando as capacidades únicas do meio digital para expressar ideias e emoções de maneiras que antes eram inimagináveis.

A Fotografia na Era Digital e a Importância dos Pixeis

A Massificação da Fotografia e os Desafios Atuais

Vivemos numa época em que a fotografia digital se tornou acessível a quase todos. A tecnologia avançou tanto que os nossos telemóveis hoje capturam imagens com uma qualidade que antes só era possível com equipamentos profissionais. Esta democratização trouxe um volume imenso de imagens para o mundo digital, mas também apresentou novos desafios para quem quer realmente destacar-se.

Com tanta gente a fotografar e a partilhar as suas imagens online, o espaço digital tornou-se uma verdadeira floresta. Para que uma fotografia se sobressaia, ela precisa de ser excecional. A facilidade de acesso à informação, como cursos online, tutoriais e workshops, é enorme, mas o grande desafio agora é saber filtrar e organizar todo este conhecimento para dominar a arte de forma eficaz. É preciso ser pragmático e ter um plano claro.

  • Aprender: A quantidade de recursos disponíveis é avassaladora. É fundamental selecionar fontes confiáveis e estruturar o aprendizado.
  • Praticar: A teoria só ganha vida com a prática constante. É através da repetição e da experimentação que se aprimoram as técnicas e se desenvolve um olhar único.
  • Compreender a Técnica: Dominar os aspetos técnicos, como a resolução e a qualidade da imagem, é um passo importante para garantir que as fotografias tenham o impacto desejado, seja no ecrã ou impressas.

A facilidade de partilha de imagens online pode criar a ilusão de que ser fotógrafo é simples. No entanto, destacar-se num mar de fotografias exige mais do que apenas um bom equipamento; requer um olhar apurado, técnica sólida e uma compreensão profunda do meio.

A Capacidade de Olhar e Compor Imagens

Para além da tecnologia, a essência da fotografia reside na capacidade do fotógrafo de observar o mundo e de o traduzir numa imagem. A composição é a linguagem visual que usamos para contar uma história, transmitir uma emoção ou simplesmente capturar a beleza de um momento. Não se trata apenas de apontar a câmara e disparar; trata-se de pensar antes de capturar.

O fotógrafo deve desenvolver um olhar crítico, capaz de identificar padrões, linhas, formas e cores que tornem uma cena interessante. A composição não é uma regra rígida, mas sim um conjunto de princípios que ajudam a guiar o olhar do espectador e a criar harmonia na imagem. Aprender a usar o espaço negativo, a regra dos terços, a simetria ou a repetição pode transformar uma fotografia comum numa obra de arte.

  • Planeamento: Antes de pressionar o obturador, pense no que quer mostrar e como quer mostrar. Qual é o sujeito principal? Que elementos adicionais podem enriquecer a imagem?
  • Perspetiva: Experimente diferentes ângulos e distâncias. Uma mudança subtil na perspetiva pode alterar completamente a perceção da cena.
  • Simplicidade: Muitas vezes, menos é mais. Remover elementos distrativos pode ajudar a focar a atenção no que é realmente importante.

O Equipamento Fotográfico: Ferramenta Secundária

É comum pensar que um equipamento caro e sofisticado é o segredo para fotografias incríveis. Embora um bom equipamento possa facilitar certos aspetos técnicos, ele é, na verdade, uma ferramenta secundária. A verdadeira magia da fotografia está nas mãos e nos olhos de quem a faz.

Um fotógrafo experiente pode criar imagens deslumbrantes com um equipamento básico, enquanto um novato com a câmara mais avançada pode não conseguir ir além de fotografias genéricas. O conhecimento técnico, a criatividade e a capacidade de compor uma imagem são muito mais importantes do que a marca ou o modelo da câmara. O equipamento deve servir o fotógrafo, e não o contrário.

  • Conheça o seu equipamento: Entenda as capacidades e limitações da sua câmara e lentes.
  • Foque-se na luz: A luz é o elemento mais importante na fotografia. Aprenda a observá-la e a usá-la a seu favor.
  • Desenvolva o seu olhar: Dedique tempo a estudar o trabalho de outros fotógrafos e a praticar a sua própria visão artística.

Compreendendo a Qualidade de Imagem: Pixeis, DPI e PPI

Quando olhamos para uma imagem digital, seja numa fotografia ou num gráfico, estamos a ver uma coleção de pequenos pontos chamados pixels. Estes são os blocos de construção básicos de qualquer imagem visual no mundo digital. Cada pixel tem uma cor e uma posição específicas, e a sua quantidade e arranjo determinam a aparência geral da imagem. Pense neles como os azulejos de um mosaico; quanto mais azulejos e mais pequenos forem, mais detalhada e nítida será a imagem final.

O Pixel como Bloco de Construção Visual

O pixel, abreviação de ‘picture element’, é a unidade mais pequena numa imagem digital. Não tem dimensão física no mundo real, mas no ecrã, ocupa um espaço minúsculo. A quantidade total de pixels numa imagem é o que define a sua resolução. Por exemplo, uma imagem com 1920 pixels de largura por 1080 pixels de altura tem uma resolução de 1920×1080. Mais pixels geralmente significam mais detalhes e a capacidade de ampliar a imagem sem perder muita qualidade.

DPI: Densidade de Tinta na Impressão

DPI significa ‘Dots Per Inch’, ou pontos por polegada. Esta medida é usada especificamente para impressões. Refere-se a quantos pontos de tinta uma impressora consegue colocar numa linha de uma polegada. Um DPI mais alto significa que mais pontos de tinta são impressos num espaço menor, resultando numa imagem mais nítida, com transições de cor mais suaves e menos visibilidade do padrão de pontos. Para a maioria das impressões de qualidade, como fotografias ou materiais de marketing, um valor de 300 DPI é considerado o padrão para garantir um bom nível de detalhe.

PPI: Resolução de Pixeis no Mundo Digital

PPI significa ‘Pixels Per Inch’, ou pixels por polegada. Ao contrário do DPI, o PPI é uma medida que descreve a densidade de pixels numa imagem digital, tal como é exibida num ecrã ou quando se considera a sua resolução para impressão. Uma imagem com um PPI mais alto terá mais pixels dentro de uma determinada área física. Por exemplo, uma imagem com 300 PPI impressa numa polegada terá 300 pixels dispostos ao longo dessa polegada. É importante notar que o PPI de uma imagem digital é uma característica da própria imagem, enquanto o DPI é uma característica da impressora ou do processo de impressão.

A relação entre estes três conceitos é fundamental para obter impressões de alta qualidade. Uma imagem com muitos pixels (alta resolução) só se traduzirá numa impressão nítida se for impressa com uma densidade de pontos (DPI) adequada. Se tentar imprimir uma imagem de baixa resolução com um DPI muito alto, a impressora tentará espalhar os poucos pixels disponíveis por muitos pontos de tinta, resultando numa imagem pixelizada ou desfocada.

Aqui estão alguns pontos a considerar:

  • Qualidade da Fonte: A qualidade da imagem digital original é o ponto de partida. Uma imagem com poucos pixels ou que já esteja desfocada não pode ser magicamente melhorada apenas com ajustes de DPI ou PPI.
  • Objetivo da Impressão: O destino da imagem dita a resolução necessária. Uma imagem para um website pode ter um PPI mais baixo (por exemplo, 72 PPI) para otimizar o tempo de carregamento, enquanto uma fotografia para ser impressa num grande formato exigirá uma resolução muito maior.
  • Software de Edição: Ferramentas de edição de imagem permitem visualizar e ajustar o PPI de uma imagem. No entanto, aumentar o PPI de uma imagem sem adicionar novos pixels (re-amostragem) não cria mais detalhe; apenas redistribui os pixels existentes.

A conversão entre PPI e DPI é onde muitos se perdem. Essencialmente, o PPI define quantos pixels estão disponíveis para serem convertidos em pontos de tinta. Se uma imagem tem 300 PPI e é impressa a 300 DPI, cada pixel da imagem corresponde a um ponto de tinta, resultando numa impressão fiel. Se a mesma imagem for impressa a 600 DPI, a impressora tentará criar mais pontos de tinta do que pixels disponíveis, o que pode levar a uma perda de qualidade ou a um preenchimento de pontos que não corresponde diretamente a um pixel original.

Para garantir que as suas impressões saiam como esperado, é sempre bom verificar as especificações de resolução da imagem e as capacidades de DPI da impressora ou do serviço de impressão que irá utilizar.

O Impacto da Resolução na Impressão de Imagens

A Relação Entre Pixeis e Detalhe na Impressão

Quando pensamos em levar uma imagem do ecrã para o papel, a resolução torna-se um fator decisivo. Cada pixel na tua imagem digital é um pequeno ponto de cor. A forma como estes pontos são traduzidos em tinta no papel é o que determina a nitidez e o detalhe da impressão final. Uma imagem com muitos pixels, ou seja, alta resolução, tem o potencial de apresentar mais detalhes finos. No entanto, a qualidade da impressão não depende apenas da quantidade de pixels, mas também de como esses pixels são distribuídos numa determinada área física.

Ajustes Necessários para Qualidade Ótima

Para garantir que uma imagem digital resulte numa impressão de alta qualidade, é preciso considerar alguns ajustes. A regra geral para impressões de boa qualidade, como fotografias ou materiais gráficos, é de 300 DPI (pontos por polegada). Isto significa que, para cada polegada da tua impressão, haverá 300 pontos de tinta. Se a tua imagem digital tiver uma resolução mais baixa, ou se quiseres imprimir em tamanhos maiores, pode ser necessário ajustar as dimensões da impressão ou procurar uma imagem com mais pixels.

  • Verifica a resolução original da imagem.
  • Calcula as dimensões em pixels necessárias para o tamanho de impressão desejado com base no DPI.
  • Ajusta o tamanho da impressão ou a resolução da imagem, se necessário.

Aplicações Práticas para Fotógrafos e Designers

Fotógrafos e designers devem sempre ter em mente a finalidade da imagem. Uma fotografia destinada a ser vista num ecrã de telemóvel tem requisitos de resolução diferentes de uma imagem que será impressa num grande banner. Para impressões de grande formato, como posters ou lonas, um DPI mais baixo pode ser aceitável, pois a distância de visualização é maior. No entanto, para impressões que serão vistas de perto, como álbuns de fotografias ou cartões de visita, manter uma alta densidade de pixels (alto PPI) e traduzi-la para um DPI adequado na impressão é fundamental.

A transição de uma imagem digital para uma impressão física envolve a conversão de pixels em pontos de tinta. Compreender a relação entre a resolução da imagem (PPI) e a densidade de impressão (DPI) é a chave para evitar resultados insatisfatórios, como imagens pixelizadas ou desfocadas.

É importante notar que aumentar artificialmente a resolução de uma imagem (upscaling) geralmente não melhora a qualidade; pode até introduzir artefactos visuais. O ideal é trabalhar com imagens que já possuam uma resolução adequada para o uso pretendido.

Dominando a Arte da Composição Fotográfica

Pensar Antes de Capturar a Imagem

A fotografia, mais do que um mero registo de um momento, é uma forma de comunicação visual. Antes mesmo de pensar em apertar o botão, é preciso um exercício de observação e planeamento. A composição é a linguagem que usamos para guiar o olhar do espectador e transmitir a mensagem desejada. Não se trata apenas de posicionar o sujeito no centro do quadro; é sobre criar uma harmonia visual que prenda a atenção e conte uma história.

A Limitação Criativa como Vantagem

Embora a tecnologia nos ofereça inúmeras ferramentas, a verdadeira arte reside em saber utilizá-las com propósito. As regras de composição, como a Regra dos Terços ou a Regra dos Triângulos Dourados, não são grilhões, mas sim guias que nos ajudam a estruturar a imagem de forma mais apelativa. Dominar estas regras permite-nos criar fotografias com maior equilíbrio e dinamismo, direcionando o olhar para os pontos de interesse.

  • Regra dos Terços: Divida a imagem em nove partes iguais com duas linhas horizontais e duas verticais. Posicione os elementos importantes nas intersecções ou ao longo destas linhas.
  • Regra dos Triângulos Dourados: Utilize linhas diagonais para criar triângulos que respeitem proporções áureas, especialmente útil em cenas com elementos lineares.
  • Equilíbrio Visual: Evite a centralização excessiva. O nosso cérebro tende a processar imagens de forma assimétrica, pelo que um leve deslocamento do motivo principal pode gerar maior interesse.

A composição é a arte de organizar os elementos visuais dentro do quadro de forma a criar uma imagem coesa e impactante. É a estrutura que sustenta a narrativa visual.

A Prática Constante para o Aperfeiçoamento

Assim como um músico pratica escalas ou um pintor estuda anatomia, o fotógrafo deve praticar a composição incessantemente. Olhar para o mundo através da lente, experimentando diferentes ângulos, enquadramentos e disposições de elementos, é o caminho para a maestria. A teoria é o mapa, mas é a prática que nos leva ao destino. Com o tempo, a aplicação destas técnicas tornar-se-á intuitiva, permitindo que a criatividade flua sem barreiras.

A Evolução Estética da Arte em Pixeis

A arte em pixel, também conhecida como pixel art, representa uma estética visual única que emergiu com o advento da computação gráfica. Longe de ser uma limitação técnica, a granularidade do pixel tornou-se um elemento expressivo, moldando a forma como percebemos e criamos imagens digitais. Essa estética tem uma história rica, evoluindo de simples representações em baixa resolução para um estilo artístico deliberado e reconhecível.

História e Desenvolvimento da Estética Pixelizada

O nascimento da arte em pixel está intrinsecamente ligado aos primórdios dos computadores e videogames. Com a capacidade gráfica limitada dos primeiros sistemas, os artistas precisavam ser engenhosos, utilizando blocos de cor individuais (os pixels) para construir imagens. Jogos clássicos como Pac-Man e Space Invaders são exemplos icônicos dessa fase inicial, onde cada pixel era cuidadosamente posicionado para criar personagens e cenários reconhecíveis. Essa restrição técnica, paradoxalmente, forçou uma simplificação e uma clareza visual que ainda hoje são admiradas. A necessidade de otimizar o uso de memória e poder de processamento resultou em um estilo distinto, caracterizado por contornos definidos e paletas de cores limitadas.

Com o avanço da tecnologia, a resolução aumentou e a capacidade de cores se expandiu, mas a arte em pixel não desapareceu. Em vez disso, evoluiu para uma forma de arte intencional. Artistas começaram a explorar as possibilidades expressivas da grade de pixels, utilizando-a para criar obras detalhadas e expressivas, muitas vezes com um toque nostálgico. Essa transição de uma necessidade técnica para uma escolha artística é um marco importante na sua evolução. A arte em pixel moderna frequentemente se inspira na estética retrô, mas também a reinterpreta com técnicas e ferramentas contemporâneas, demonstrando a versatilidade deste estilo.

A Animação como Estudo da Arte em Pixeis

A animação em pixel art oferece um campo fértil para o estudo e a aplicação desta estética. A criação de movimento quadro a quadro, onde cada pixel contribui para a fluidez e a expressividade da cena, exige um domínio técnico e artístico apurado. A animação em pixel art permite explorar a expressividade dos personagens através de movimentos sutis e reações visuais, tudo construído a partir de uma grade de pixels. O processo de animar em pixel art envolve:

  • Definição de Quadros-Chave: Estabelecer as poses ou momentos mais importantes da animação.
  • Interpolação: Criar os quadros intermediários para dar a sensação de movimento contínuo.
  • Refinamento: Ajustar detalhes, cores e timing para garantir a qualidade visual e a fluidez.

Estudar animações feitas em pixel art nos permite observar como a simplicidade da forma pode transmitir emoções complexas e como a repetição e a variação de pixels criam a ilusão de vida. A animação em pixel art é um testemunho da capacidade deste estilo de contar histórias e evocar sentimentos, mesmo com recursos visuais aparentemente limitados. A exploração de glitches e distorções também se tornou uma faceta interessante da animação em pixel art, adicionando camadas de significado e impacto visual.

A Relevância Contemporânea do Estilo Pixelizado

Atualmente, a arte em pixel vive um renascimento notável. Ela transcendeu o nicho dos videogames e é amplamente utilizada em diversas mídias, desde design gráfico e ilustração até moda e publicidade. A estética pixelizada é valorizada por sua clareza visual, seu apelo nostálgico e sua capacidade de se destacar em um cenário digital saturado. Muitos artistas contemporâneos utilizam a arte em pixel não apenas como uma homenagem ao passado, mas como uma linguagem visual própria, explorando suas possibilidades de forma inovadora.

A simplicidade inerente à arte em pixel, com sua estrutura baseada em blocos discretos, permite uma comunicação visual direta e impactante. Essa clareza é um trunfo em um mundo onde a atenção é um recurso escasso.

A arte em pixel demonstra que a criatividade não está limitada pela tecnologia, mas sim pela imaginação do artista. A capacidade de criar mundos vibrantes e personagens memoráveis a partir de uma grade de pixels é uma prova do poder duradouro desta forma de expressão. A sua presença contínua em projetos modernos, desde jogos independentes até campanhas de marketing, solidifica a sua relevância e apelo estético no panorama artístico atual.

Para Concluir: A Arte dos Pixels e a Nossa Visão

Ao longo desta exploração, vimos como os pixels, aqueles pequenos pontos de cor, são a base tanto da arte digital quanto da fotografia. Não é só sobre ter o equipamento mais caro ou o software mais recente. É sobre como usamos essas ferramentas, como entendemos a luz, a composição e como colocamos a nossa própria visão no mundo. A tecnologia evolui, claro, mas a criatividade e a forma como olhamos para as coisas continuam a ser o mais importante. Seja a pintar num ecrã ou a capturar um momento com a câmara, o que realmente conta é a história que queremos contar e a emoção que queremos transmitir. Por isso, continuem a experimentar, a aprender e, acima de tudo, a criar. O mundo digital e a fotografia estão aí para nos ajudar a dar forma às nossas ideias.

Perguntas Frequentes

O que são pixels e como eles formam uma imagem?

Pense nos pixels como pequenos pontos de cor. Quando muitos desses pontos se juntam, eles criam a imagem que você vê na tela ou impressa. Cada pixel tem uma cor específica, e a combinação de todos eles forma o desenho completo.

Qual a diferença entre DPI e PPI?

DPI (pontos por polegada) é sobre a impressão: quantos pontos de tinta cabem em uma polegada de papel. Quanto mais pontos, mais detalhada e nítida fica a imagem impressa. Já o PPI (pixels por polegada) é para o mundo digital, indicando quantos pixels existem em uma polegada da imagem na tela. Um PPI mais alto significa uma imagem mais definida no ecrã.

Como a resolução afeta a qualidade de uma imagem impressa?

A resolução é super importante para impressões. Se uma imagem tem poucos pixels (baixa resolução), ao ser ampliada para impressão, ela pode ficar borrada ou com aspecto ‘quadradinho’. Para uma impressão de qualidade, especialmente em tamanhos maiores, é preciso ter uma boa quantidade de pixels (alto PPI/DPI).

É preciso ter um equipamento caro para tirar boas fotos?

De forma alguma! O aparelho mais importante é a câmara que você tem consigo, seja um telemóvel ou uma máquina profissional. A criatividade, a forma como você olha para o mundo e compõe a cena são muito mais valiosas do que o equipamento em si. A prática leva à perfeição.

O que significa ‘compor uma imagem’ na fotografia?

Compor uma imagem é como organizar os elementos numa tela de pintura. Significa pensar em como posicionar o assunto principal, o fundo e outros detalhes para que a foto fique interessante e transmita a mensagem que você deseja. É usar as regras e a sua sensibilidade para criar uma obra.

A arte feita com pixels (pixel art) ainda é relevante hoje?

Com certeza! A arte em pixels, que nasceu com os primeiros computadores, continua a ser muito popular. Ela tem um charme especial e é usada em jogos, animações e até em designs modernos. É um estilo que mostra como a criatividade pode florescer com ferramentas simples.

Daniela Ribeiro

Daniela Ribeiro

Bio

Estudos: Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto

Experiência: Daniela tem mais de 10 anos de experiência em marketing digital e produção de conteúdo online. Já trabalhou com diversas marcas para desenvolver estratégias de comunicação eficazes.

Outras informações: É influenciadora digital e adora partilhar dicas sobre o mundo digital e novas tecnologias.

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