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Opel Astra poderá ser o primeiro com Apple CarPlay

29 de Julho de 2019 by Marco Deixe um comentário

apple carplayOs dois gigantes de Silicon Valley, Google e Apple, estão claramente envolvidos numa luta pelo próximo passo da evolução dos sistemas de computação rodoviários, a Google com o seu Android Auto e a Apple com o Apple CarPlay.

Opel Astra adopta Apple CarPlay já em Setembro

Se algumas marcas têm para já a aposta feita na Apple, a maioria dos fabricantes preferiu não colocar todos os ovos no mesmo cesto, oferecendo aos clientes a possibilidade de optarem entre o Apple CarPlay ou Android Auto. As primeiras marcas a operacionalizar esta aposta poderão bem ser a Hyundai, cujos primeiros Sonata com Android Auto já estarão prontos para a estrada, e a Chevrolet, que produzirá 14 modelos opcionalmente compatíveis com uma das soluções.

No entanto, o futuro deverá ditar veículos compatíveis com ambas as opções ao mesmo tempo.

Especificamente no caso da Chevrolet, os 14 modelos anunciados são apenas parte de uma política mais abrangente que incluirá também a Opel (pertença da GM), e é aqui que entra o Opel Astra, cujo próximo modelo será lançado em Setembro de 2015, durante o salão de Frankfurt. É certo que a Hyundai poderá já ter a gama Sonata na estrada nesta fase, mas a marca Coreana aderiu – pelo menos para já – apenas ao sistema Android, deixando aparentemente a Opel com as portas abertas para ganhar a corrida ao Apple CarPlay.

As vantagens do Apple CarPlay para o seu automóvel

A aposta nos sistemas de infoentretenimento é de tal ordem, que em 2016 a maioria dos modelos automóveis deverão ter integração com Apple CarPlay, pelo menos os novos modelos. O que isto significará desde logo é que todos os automóveis passarão a dispor de sistemas de navegação a bordo (baseadas no iPhone), mesmo aquelas gamas que actualmente não oferecem qualquer opção de navegação integrada. Actualmente são poucas as opções de navegação via telemóvel disponíveis no mercado, caso do Honda Fit.

A desvantagem, claro está, é que a partir do momento em que os veículos sejam pensados para a integração Apple CarPlay, esquecer-mo-nos do iPhone significará perder pura e simplesmente a navegação, excepto em modelos que optem por manter as suas soluções próprias. Opel Astra 2015

A partir do momento em que o Apple CarPlay é ligado ao ecrã principal do nosso veículo, estamos numa nova era de segurança e lazer. Com simples comandos de voz que podem ser activados a partir de um selector no volante, será fácil procurar endereços e obter direcções no GPS, receber chamadas, responder a mensagens ou escolher a banda sonora da nossa viagem. Tudo isto será feito sem necessidade de largarmos o volante ou retirarmos os olhos da estrada, contribuindo em muito para minorar o risco de acidentes. Central em tudo isto é a assistente Siri, cuja eficácia tem sido dos grandes destaques do iOS.

Nesta fase, a tecnologia é já de si extraordinária, mas são expectáveis avanços a partir de 2016, que permitam alargar as funcionalidades ao dispor dos condutores, até porque cada vez mais assistimos à emergência de veículos com controlo de faixa de rodagem, sensores de proximidade, e outras opções que visam aumentar a segurança rodoviária.

Actualmente, poderá ser desencorajador para alguns que, tanto o Apple CarPlay, quanto a alternativa Android, seleccionem um conjunto restrito (mas funcional) de apps integráveis. Isto significa que todas as restantes apps ficam inacessíveis durante o período de condução, mesmo as nossas favoritas, porquanto não façam parte das autorizadas. Ou seja, embora possamos instalar o Here Maps num sistema iOS, uma vez ligado o iPhone ao veículo, só os Apple Maps funcionarão. Os sinais estão no entanto dados de que o Apple CarPlay alargará o leque de apps autorizadas a curto e médio prazo.

Quanto ao futuro, mais do que a multiplicação de apps, os automobilistas desejarão não terem de alternar entre o interface do Apple CarPlay e o sistema de informação do veículo, o que constitui uma distracção, por via de modos de funcionamento e apresentação diferentes. A integração total será por isso altamente desejável, mas é difícil neste momento prever como irá a Apple cooperar com os fabricantes de automóveis (e vice-versa) para esta integração total.

Para já, no entanto, o Apple CarPlay tem um grande potencial para facilitar todo o processo de condução e aumentar a segurança rodoviária.

 

 

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Híbridos: nasceram os computadores do séc. XXI

18 de Julho de 2019 by Daniela Ribeiro



Introdução à Acessibilidade dos Computadores

Histórico da utilização de computadores

A história da utilização de computadores é fascinante e repleta de avanços tecnológicos que transformaram a forma como interagimos com a tecnologia. Nos primórdios, os computadores eram máquinas enormes e complexas, acessíveis apenas a especialistas e cientistas. Operar um computador exigia conhecimento profundo de linguagens de programação e sistemas operativos rudimentares. Hoje, com a evolução tecnológica, até mesmo os computadores híbridos tornaram-se uma realidade acessível.

  • Década de 1940: Surgem os primeiros computadores eletrónicos, como o ENIAC, utilizados principalmente para cálculos científicos e militares.
  • Década de 1960: Introdução dos mainframes, que começaram a ser utilizados por grandes empresas para processamento de dados.
  • Década de 1980: Popularização dos computadores pessoais (PCs), tornando a tecnologia mais acessível ao público em geral.

A evolução do MS DOS ao Windows

A transição do MS DOS para o Windows marcou um ponto de viragem significativo na acessibilidade dos computadores. O MS DOS, lançado pela Microsoft em 1981, era um sistema operativo baseado em linha de comando, o que significava que os utilizadores precisavam de digitar comandos específicos para executar tarefas. Este sistema era poderoso, mas pouco intuitivo para o utilizador comum.

  1. MS DOS (1981):

    • Sistema operativo baseado em texto.
    • Requeria conhecimento de comandos específicos.
    • Utilizado principalmente por profissionais e entusiastas de tecnologia.
  2. Windows 1.0 (1985):

    • Introdução de uma interface gráfica de utilizador (GUI).
    • Permitia a utilização de um rato para navegar e executar programas.
    • Tornou os computadores mais acessíveis e intuitivos.
  3. Windows 95 (1995):

    • Interface gráfica significativamente melhorada.
    • Introdução do menu Iniciar e da barra de tarefas.
    • Maior compatibilidade com software e hardware.
  4. Windows XP (2001):

    • Estabilidade e desempenho melhorados.
    • Interface gráfica moderna e fácil de usar.
    • Tornou-se um dos sistemas operativos mais populares da história.

A evolução do MS DOS ao Windows não só simplificou a utilização dos computadores, mas também abriu caminho para a massificação da tecnologia. Hoje, qualquer pessoa pode operar um computador com facilidade, graças às interfaces gráficas intuitivas e aos sistemas operativos amigáveis. Este progresso contínuo na acessibilidade tecnológica continua a moldar o futuro da computação, tornando-a cada vez mais inclusiva e universal.

O Impacto do iPad e dos Tablets na Acessibilidade

Sistemas operativos simplificados e intuitivos

O lançamento do iPad revolucionou a forma como interagimos com a tecnologia. Com um sistema operativo simplificado e intuitivo, o iOS, a Apple conseguiu tornar a utilização de dispositivos computacionais acessível a um público mais vasto. Este sistema operativo oferece uma interface amigável, onde qualquer pessoa, independentemente da sua idade ou conhecimento técnico, pode navegar e utilizar aplicações com facilidade.

Algumas características que tornam o iOS tão acessível incluem:

  • Interface gráfica intuitiva: Ícones grandes e coloridos facilitam a navegação.
  • Gestos tácteis: A utilização de gestos como deslizar e tocar torna a interação mais natural.
  • Assistente de voz: O Siri permite realizar tarefas através de comandos de voz, aumentando a acessibilidade.

A massificação dos dispositivos computacionais

A introdução do iPad e de outros tablets no mercado contribuiu significativamente para a massificação dos dispositivos computacionais. Antes, os computadores eram vistos como ferramentas complexas, destinadas a utilizadores experientes. Com a chegada dos tablets, esta percepção mudou drasticamente.

Os tablets tornaram-se populares devido a várias razões:

  1. Portabilidade: Leves e fáceis de transportar, os tablets podem ser utilizados em qualquer lugar.
  2. Conectividade constante: Acesso à internet em qualquer momento, facilitando a comunicação e o acesso à informação.
  3. Aplicações diversificadas: Disponibilidade de uma vasta gama de aplicações para diferentes necessidades, desde entretenimento a produtividade.

Limitações e vantagens dos tablets

Embora os tablets ofereçam inúmeras vantagens, também apresentam algumas limitações. É importante considerar ambos os aspectos para entender o seu impacto total.

Vantagens:

  • Facilidade de uso: Interface amigável e intuitiva.
  • Versatilidade: Adequados para diversas tarefas, desde leitura a jogos e trabalho.
  • Autonomia: Bateria de longa duração, ideal para uso prolongado.

Limitações:

  • Capacidade de processamento: Menor capacidade comparada a computadores tradicionais.
  • Armazenamento limitado: Espaço de armazenamento geralmente inferior ao dos computadores.
  • Dependência de aplicações: Restrição à utilização de aplicações disponíveis na loja do sistema operativo.

Em resumo, o iPad e os tablets transformaram a acessibilidade tecnológica, tornando a computação mais intuitiva e disponível para todos. No entanto, é essencial equilibrar as suas vantagens com as limitações para maximizar o seu potencial.

Computadores Híbridos: A Nova Tendência

Características dos Computadores Híbridos

Os computadores híbridos representam uma evolução significativa no mundo da tecnologia. Estes dispositivos combinam as melhores características dos tablets e dos computadores portáteis, oferecendo uma experiência de utilização única. Entre as principais características dos computadores híbridos, destacam-se:

  • Ecrã táctil: Permite uma interação mais intuitiva e direta com o dispositivo.
  • Teclado destacável ou rotativo: Proporciona a flexibilidade de usar o dispositivo como um tablet ou como um portátil.
  • Portabilidade: São geralmente mais leves e compactos do que os portáteis tradicionais.
  • Bateria de longa duração: Ideal para utilizadores que necessitam de mobilidade.

Versatilidade e Produtividade

A versatilidade dos computadores híbridos é um dos seus maiores trunfos. Estes dispositivos são projetados para atender a uma ampla gama de necessidades, desde tarefas simples do dia-a-dia até aplicações mais complexas de produtividade. Abaixo estão algumas formas como os computadores híbridos aumentam a produtividade:

  1. Multitarefa: A capacidade de alternar facilmente entre diferentes modos de uso (tablet e portátil) permite uma gestão mais eficiente das tarefas.
  2. Aplicações de produtividade: Suportam uma vasta gama de software, desde aplicações de escritório até programas de design gráfico.
  3. Conectividade: Oferecem múltiplas opções de conectividade, incluindo portas USB, HDMI e suporte para redes sem fios.

Variedade de Formatos e Sistemas Operativos

Os computadores híbridos estão disponíveis em uma variedade de formatos e sistemas operativos, o que permite aos utilizadores escolher o dispositivo que melhor se adapta às suas necessidades. Alguns dos formatos mais comuns incluem:

  • 2-em-1 destacáveis: Onde o teclado pode ser completamente removido do ecrã.
  • Convertíveis: Onde o teclado pode ser girado ou dobrado para trás do ecrã.

Quanto aos sistemas operativos, os computadores híbridos podem vir equipados com:

  • Windows: Oferece uma experiência completa de PC com suporte para uma vasta gama de software.
  • Chrome OS: Ideal para utilizadores que dependem de aplicações baseadas na web.
  • Android: Mais comum em dispositivos que priorizam a utilização como tablet.

Em resumo, os computadores híbridos são uma tendência crescente que combina versatilidade, produtividade e uma ampla gama de opções de personalização. Estes dispositivos estão a transformar a forma como interagimos com a tecnologia, tornando-se uma escolha popular tanto para uso pessoal quanto profissional.

Tecnologia Vestível: O Futuro da Computação

Conceito de Tecnologia Vestível

A tecnologia vestível, ou “wearable technology”, refere-se a dispositivos eletrónicos que podem ser usados como acessórios, incorporados em roupas ou até mesmo implantados no corpo. Estes dispositivos são projetados para serem portáteis e convenientes, permitindo que os utilizadores acedam a informações e funcionalidades sem a necessidade de um dispositivo tradicional, como um telemóvel ou computador portátil. A tecnologia vestível integra sensores e conectividade para monitorizar, comunicar e interagir com o ambiente e o utilizador.

Exemplos de Dispositivos Vestíveis

Os dispositivos vestíveis estão a tornar-se cada vez mais populares e diversificados. Alguns exemplos incluem:

  • Smartwatches: Relógios inteligentes que oferecem funcionalidades além de mostrar a hora, como monitorização de saúde, notificações de mensagens e chamadas, e até mesmo aplicações de fitness.
  • Óculos Inteligentes: Dispositivos como os Google Glass, que proporcionam uma experiência de realidade aumentada, permitindo que os utilizadores acedam a informações e naveguem na internet através de comandos de voz e gestos.
  • Roupas Inteligentes: Vestuário equipado com sensores que monitorizam a atividade física, a frequência cardíaca e outros dados biométricos, proporcionando feedback em tempo real.
  • Fones de Ouvido Inteligentes: Além de reproduzir música, estes dispositivos podem monitorizar a saúde auditiva, fornecer traduções em tempo real e até mesmo atuar como assistentes pessoais.

Impacto na Vida Quotidiana

A tecnologia vestível está a transformar a forma como interagimos com o mundo e com os nossos próprios corpos. Alguns dos impactos mais significativos incluem:

  1. Monitorização de Saúde: Dispositivos vestíveis permitem que os utilizadores monitorizem a sua saúde em tempo real, ajudando na gestão de condições crónicas e na promoção de um estilo de vida mais saudável.
  2. Aumento da Produtividade: Com notificações e acesso rápido a informações, os dispositivos vestíveis ajudam a manter os utilizadores conectados e produtivos, mesmo em movimento.
  3. Segurança e Conveniência: Tecnologias como os smartwatches podem fornecer alertas de emergência e localização, aumentando a segurança pessoal.

Em resumo, a tecnologia vestível representa uma evolução significativa na computação, oferecendo novas formas de interação e monitorização que estão a mudar a nossa vida quotidiana. Com o avanço contínuo da tecnologia, podemos esperar que os dispositivos vestíveis se tornem ainda mais integrados e indispensáveis no futuro.

Conclusão: O Futuro da Acessibilidade Tecnológica

Resumo das principais ideias

A evolução dos computadores tem sido marcada por uma crescente acessibilidade, tanto em termos económicos quanto na facilidade de uso e apelo visual. Desde os tempos do MS DOS, onde operar um computador era uma tarefa reservada a especialistas, até à introdução do Windows, que democratizou o acesso à tecnologia, houve um progresso significativo. Mais recentemente, dispositivos como o iPad e outros tablets simplificaram ainda mais a interação com a tecnologia, tornando-a acessível até para crianças.

Os computadores híbridos representam a mais recente inovação, combinando a versatilidade dos tablets com a produtividade dos computadores tradicionais. Estes dispositivos oferecem a conveniência de um ecrã táctil e a possibilidade de utilizar software mais complexo, proporcionando uma experiência de uso mais completa.

Tabela de prós e contras dos dispositivos atuais

Para melhor compreender as vantagens e desvantagens dos dispositivos tecnológicos atuais, apresentamos a seguinte tabela:

Tipo de Dispositivo Prós Contras
Tablets – Portabilidade
– Facilidade de uso
– Ecrã táctil intuitivo
– Limitações de produtividade
– Menor capacidade de personalização
Computadores Híbridos – Versatilidade
– Combinação de ecrã táctil e teclado físico
– Capacidade de executar software complexo
– Custo elevado
– Maior peso em comparação com tablets
Tecnologia Vestível – Conveniência
– Acesso rápido a informações
– Integração com outros dispositivos
– Funcionalidades limitadas
– Dependência de outros dispositivos

Imagem sugerida: Uma ilustração mostrando diferentes tipos de dispositivos tecnológicos, como tablets, computadores híbridos e tecnologia vestível, com ícones representando suas principais características.

Perspectivas futuras

O futuro da acessibilidade tecnológica promete ser ainda mais inovador. A indústria continua a explorar novos formatos e funcionalidades para satisfazer as necessidades dos utilizadores. Algumas tendências emergentes incluem:

  1. Aumento da integração entre dispositivos: Espera-se que a conectividade entre diferentes tipos de dispositivos, como smartphones, tablets, computadores e tecnologia vestível, se torne ainda mais fluida.
  2. Desenvolvimento de interfaces mais intuitivas: A evolução das interfaces de utilizador, como comandos de voz e realidade aumentada, facilitará ainda mais a interação com a tecnologia.
  3. Expansão da tecnologia vestível: Dispositivos como smartwatches e óculos inteligentes continuarão a evoluir, oferecendo novas funcionalidades e aplicações práticas.

Em suma, a acessibilidade tecnológica está em constante evolução, e o futuro promete trazer ainda mais inovações que tornarão a tecnologia uma parte integral e intuitiva do nosso quotidiano.

Perguntas Frequentes

Como evoluiu a acessibilidade dos computadores ao longo dos anos?

A acessibilidade dos computadores evoluiu significativamente desde os primeiros sistemas operativos baseados em linha de comando, como o MS DOS, até às interfaces gráficas intuitivas do Windows e dos dispositivos móveis modernos. Esta evolução tornou a tecnologia mais acessível a um público mais vasto.

Quais são as principais vantagens dos tablets em termos de acessibilidade?

Os tablets oferecem uma interface amigável e intuitiva, portabilidade, conectividade constante e uma vasta gama de aplicações. Estas características tornam-nos ideais para utilizadores de todas as idades e níveis de conhecimento técnico.

O que são computadores híbridos e quais são as suas vantagens?

Computadores híbridos combinam as melhores características dos tablets e dos portáteis, oferecendo ecrãs tácteis, teclados destacáveis ou rotativos, e uma elevada portabilidade. São versáteis e adequados tanto para tarefas simples como para aplicações de produtividade mais complexas.

Como a tecnologia vestível está a transformar a nossa vida quotidiana?

A tecnologia vestível, como smartwatches e óculos inteligentes, permite monitorizar a saúde, aumentar a produtividade e melhorar a segurança pessoal. Estes dispositivos oferecem acesso rápido a informações e funcionalidades sem a necessidade de um dispositivo tradicional.

Quais são as limitações dos tablets em comparação com os computadores tradicionais?

Os tablets têm menor capacidade de processamento e armazenamento em comparação com os computadores tradicionais. Além disso, dependem de aplicações disponíveis na loja do sistema operativo, o que pode limitar a sua funcionalidade para tarefas mais complexas.

O que esperar do futuro da acessibilidade tecnológica?

O futuro da acessibilidade tecnológica promete maior integração entre dispositivos, desenvolvimento de interfaces mais intuitivas e expansão da tecnologia vestível. Estas inovações tornarão a tecnologia ainda mais acessível e integrada no nosso quotidiano.


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14 modelos Chevrolet terão Android Auto já em 2016

17 de Abril de 2019 by Marco Deixe um comentário

Mary Barra, CEO da General Motors, anunciou que já em 2016, 14 novos modelos da Chevrolet produzidos ainda este ano, serão compatíveis com o Android Auto já em 2016.

Há mais de um ano que a integração de veículos com os principais sistemas operativos móveis é falada amplamente nos círculos automóveis, mas a parceria agora anunciada pela GM é na verdade o culminar de 2 anos de cooperação entre a empresa, a Google e a Apple, que também verá o CarPlay como opção.

O conceito de infotainment, palavra-valise de information e entertainment (informação e entretenimento), está definitivamente em alta, à medida que os diversos fabricantes de automóveis procuram atrair clientes através de informatização crescente, capaz de tornar a experiência da condução em algo verdadeiramente multimédia. Recentemente, o gigante Nvidia anunciou que irá alienar a divisão Icera que produz chips LTE, para se concentrar – entre outras coisas – em soluções de computação para veículos, mostrando o potencial de crescimento deste mercado.

No caso da Chevrolet, o sistema foi baptizado de MyLink e tem como unidades principais ecrãs de 7 ou 8 polegadas, aos quais os equipamentos móveis serão ligados através de USB. Uma vez estabelecida a conexão, os ecrãs dos veículos replicam com exactidão o telemóvel a eles ligados.

O que se pode fazer com o Android Auto

O Android Auto, anunciado em Junho de 2014 e finalmente lançado em Março de 2015, é uma tecnologia que visa a possibilidade de integração e operação a partir dos ecrãs de tablier dos veículos de equipamentos móveis com sistema operativo Android 5.0 ou superior. O grande foco do Android Auto é a segurança rodoviária, e por essa mesma razão será possível interagir com diversas funcionalidades do dispositivo móvel sem ter de largar o volante ou deixar de prestar atenção à estrada, graças ao grande ênfase nos comandos vocais, embora o Android Auto seja totalmente compatível com ecrãs tácteis ou com botões físicos.

Praticamente todas as funcionalidades dos equipamentos móveis poderão ser comandadas através dessa unidade central, incluindo a obtenção de dados de navegação e GPS, graças à utilização dos Google Maps e Google Now. Daqui se entende também, que a navegação na Internet e procura de informações na web se encontra bastante simplificada.

O sistema, no entanto, será verdadeiramente uma amálgama de informação e entretenimento, já que permitirá ainda aos condutores utilizarem apps de mensagens e comunicação de voz, ouvir música e controlar o sistema estéreo do veículo, recorrendo a apps como WhatsApp, ICQ, Skype, Google Play Music, Spotify, etc., mas obtendo igualmente informações sobre velocidade ou orientação. Deste modo, o condutor tem acesso imediato a uma quantidade verdadeiramente apreciável de informações e funcionalidades de entretenimento ou comunicação, sem ter de largar o volante por um segundo.

O Android Auto estará disponível em breve num total de 28 marcas de automóveis, e embora a jogada da General Motors seja bastante arrojada em número, é possível que a Hyunday a tenha ultrapassado, já que têm circulado indicações que os primeiros Hyundai Sonata compatíveis com o software já terão saído da linha de montagem e deverão começar a circular em breve. Fabricantes que vão desde as mais mundanas FIAT e Mahindra, às mais exclusivas Maserati e Bentley, passando por Volvo, Audi ou Abarth, juntar-se-ão em breve ao Android Auto.

Na Google I/O 2015, foi inclusivamente anunciado o novo Android M, substituto do Android 5, e que deverá estar disponível mais para o final do ano. Embora o Android M tenha um notório foco na segurança, duração da bateria ou experiência do utilizador, o que ainda não se sabe sobre o sistema tem levado ao surgimento de vários indícios de que o Android M, quando finalizado, poderá ser incluído nos próprios automóveis. Neste caso, falaremos de um Android Auto 2, que não necessitará de ligação entre os dispositivos móveis e os sistemas infotainment dos veículos, para um funcionamento muito mais fluído e que permitirá o acesso a praticamente todos os dados do funcionamento do veículo, de velocidade, a consumos ou temperaturas do motor.

Parece portanto que a partir de 2016, os automobilistas poderão ter ao seu alcance uma verdadeira revolução na experiência de condução, graças a abordagens como o Android Auto.

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Não é preciso um carro novo para termos Apple CarPlay

25 de Janeiro de 2019 by Marco Deixe um comentário

apple carplayFicamos a saber recentemente que até ao final do ano, 14 modelos Chevrolet poderão vir de raiz com o Apple CarPlay, um anúncio entre muitos outros que mostram que a era do carro inteligente está de facto a começar. Volvo, Hyundai, Mercedes, ou Opel, são outras marcas que já têm o sistema em circulação ou estão muito perto disso, mas significa isto que precisa de comprar um carro em 2016 para utilizar o seu veículo em simbiose com o iPhone? Obviamente que não.

Precisamos de carro novo para ter o Apple CarPlay?

Mesmo se o seu veículo não for compatível com o Apple CarPlay, os automóveis modernos são hoje já altamente electrónicos, com software a controlar uma grande parte daquilo que podemos extrair deles. Para uma experiência verdadeiramente multimédia, no entanto, é preciso algo mais.

Infelizmente, para os modelos actualmente em produção e aqueles que foram pensados antes destas soluções avançadas de conectividade, existem problemas no sentido em que a panóplia de soluções oferecidas pelos diversos fabricantes impedem muitos de oferecer uma actualização: as barreiras técnicas e de software impedem simplesmente a conversão dos actuais sistemas para o Apple CarPlay.

No entanto, mais uma vez, cada marca tem a sua própria postura. Enquanto a Ferrari foi, no passado, taxativa em relação a não ter intenções de actualizar os veículos actualmente em circulação, a Volvo mostrou-se mais aberta, embora salientando as dificuldades extremas de o conseguir.

Já a Mercedes parece empenhada em oferecer suporte para o Apple CarPlay aos seus modelos mais antigos, por isso, o primeiro passo para saber se pode usufruir desta tecnologia é contactar o seu concessionário. As soluções poderão ter custos de várias centenas de Euros, mas são sempre – e obviamente – mais baratas do que comprar um veículo novo.

Em si mesma, a instalação de compatibilidade com Apple CarPlay, ou com a sua concorrente Google Auto não é difícil, pois necessitamos em essência de uma consola com ecrã táctil capaz de se conectar com o iPhone através de Bluetooth ou USB (ou um cabo Lightning, no caso da Apple) e fabricantes de electrónica automóvel estão a tentar entrar em força neste mercado, com Alpine, Pioneer e Kenwood já com soluções para – quase – todos os bolsos, que tanto podem ser adoptadas em fábrica pelas marcas, como instaladas posteriormente por centros especializados na instalação de acessórios.

Em casos específicos, bastará uma actualização do firmware da consola multimédia para a tornar compatível com a tecnologia CarPlay.

Compreender melhor o Apple CarPlay

Ao contrário do que ainda possamos pensar, a Apple CarPlay não é um sistema indígena de controlo do automóvel. Pelo contrário, trata-se apenas de um sistema que integra o iPhone com os sistemas digitais de informação do veículo, que continuarão a existir autonomamente. apple-carplay-mercedes

Ou seja, o Apple CarPlay e o Google Auto não lhe permitirão controlar o carro, nem lhe permitirão chegar a casa sem conduzir. Mas permitem-lhe usufruir de uma parte substancial das funcionalidades do seu smartphone sem ter de tirar os olhos da estrada e a concentração do volante.

Com o sistema, passará a ser fácil utilizar a consola central para atender chamadas, ler mensagens de texto ou obter dados de navegação a partir do Apple Maps. Será inclusivamente possível obter músicas para a sua viagem ser mais agradável.

O que não será possível será utilizar todas as apps que actualmente possui instaladas. Todas as aplicações a serem utilizadas na Apple CarPlay deverão primeiro ser aprovadas pela Apple, pois o objectivo é tornar a condução mais segura, o que não é de todo compatível com aplicações que exijam demasiada atenção ou sejam distracções. Embora isto pareça restringir o atractivo do CarPlay, a evolução do sistema tem mostrado que o ecossistema adoptará mais aplicações com o passar do tempo. Inclusivamente, será futuramente possível aos fabricantes criarem as suas próprias aplicações para integrar no sistema, tornando-o uma solução verdadeiramente integrada de gestão e monitorização do seu automóvel, controlando eficazmente o consumo de combustível, níveis de lubrificante no motor, ou mostrando informações mais concretas relativamente a erros e problemas mecânicos ou electrónicos do automóvel.

Claro que a jóia da coroa do Apple CarPlay é a assistente Siri, com a sua comprovada capacidade para compreender comandos orais e executá-los, elevando o conceito de mãos-livres a uma nova era de funcionalidade e segurança.

Por isso, poderá não precisar realmente de comprar um carro para ter acesso à segurança acrescida oferecida pelo Apple CarPlay. Informe-se hoje mesmo junto da marca do seu automóvel.

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