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Responsive Webdesign: Saco de Progresso e Benefícios

26 de Fevereiro de 2020 by olinda de freitas Deixe um comentário

webdesign made2webResponsive webdesign é cada vez mais utilizado nas agências de marketing digital para proporcionar uma visão ideal para os usuários de desktop, laptop, tablet e smartphone. Isto porque é, de facto, necessário acompanhar os avanços da tecnologia em constante desenvolvimento e neste caso o responsive webdesign serve para criar um único site para todos os tamanhos de tela, em vez de ter que criar vários sites.

Responsive sites são, cada vez mais, uma tendência de responsive webdesign. Como funciona?

O tráfego móvel continua a aumentar e é preciso acompanhá-lo, não é verdade? Hoje  em dia os responsive sites são uma das mais populares tendências de webdesign.

Usando responsive webdesign os desenvolvedores podem criar sites individuais para servir todos os tipos de dispositivos do mercado, desde computadores de mesa até laptops, tablets digitais e smartphones.

Não é novidade que iPhones, iPads e outros dispositivos vêm apetrechados com telas de retina e o futuro dita que assim passe a ser – já que os usuários podem beneficiar em termos de qualidade de imagem e de texto. Esta é, portanto, uma tendência que o webdesign deve considerar seguir por ser um factor altamente influenciador no marketing digital.

O responsive webdesign inclui:

  • a adaptação do layout da página de acordo com a resolução em que está a ser visualizada;
  • a redimensionação automática das imagens para que caibam na tela e para que não sobrecarreguem a transferência de dados em, por exemplo, um telemóvel;
  • simplificar elementos da tela para dispositivos móveis, onde o usuário normalmente tem menos tempo e menos atenção durante a navegação;
  • ocultar elementos desnecessários nos dispositivos menores;
  • Adaptar o tamanho de botões e links para interfaces touch onde o ponteiro do mouse é substituído pelo dedo do usuário;
  • Utilizar de forma inteligente recursos mobile, tais como geolocalização e mudança na orientação do aparelho (horizontal ou vertical).

Benefícios do responsive webdesign são imensos, principalmente em sites de visualização em dispositivos móveis

São imensos os benefícios do uso do responsive webdesign, especialmente quando se trata de sites de visualização em dispositivos móveis. Muitas empresas têm vindo a assistir a um aumento na quantidade de tráfego através da visita aos seus sites a partir de dispositivos móveis. É, por isso, essencial que as empresas que possuem responsive sites sejam capazes de se adaptar para melhor visualização em smartphones e tablets.

A tendência no uso de dispositivos móveis para navegar na internet e fazer compras online veio para ficar e há já especialistas a afirmar que os usuários móveis vão superar os usuários de desktops e laptops tradicionais em um futuro muito próximo.

Acrescente-se ainda que o responsive webdesign acarreta igualmente grandes valias em termos de imagem e de competitividade para as empresas: é o mesmo responsive webdesign bastante profissional e elegante que pode ir muito além da concorrência e mostrar aos seus clientes que está empenhado e dedicado a fornecer e criar a melhor experiência online possível. Um saco de progresso e de benefícios.

Mais e melhor informação sobre responsive webdesign poderá ser obtida aqui.

Arquivado em:Web Design Marcados com:criação de sites, responsive sites, responsive webdesign, webdesign

3 bons motivos para comprar em lojas online

22 de Janeiro de 2020 by Beatriz Helena Villegas Canas Mendes 1 comentário

Recentemente, descobri o mundo das lojas online. O que me manteve tão longe delas foi pensar que as transferências e pagamentos de compras não seriam suficientemente seguros, mas acabei por ceder. Apesar de todos os esquemas bancários e de roubo online de que se ouve falar, depois de descobrir métodos de pagamento alternativos (PayPal, pagamento via Multibanco, MBNet) fiquei mais descansada. Além disso, a criação de sites de compras com sistemas de segurança é cada vez mais mais significativa.

No entanto, que se desengane quem pense que comprar na Internet já é uma tendência assumida em Portugal. Segundo o site I Online, depois de efectuados alguns estudos estatísticos, 75% dos portugueses ainda prefere fazer as suas compras pessoalmente, vendo as montras. Tal como eu, uma parte significativa deste número (27%) até gosta de fazer uma pesquisa prévia, utilizando o método “à distância” apenas como Plano B.

Dito isto, tentando contrariar um pouco as tendências, tenho vindo a descobrir que comprar em lojas online traz bastantes benefícios. Estes são aqueles que mais me agradam:

1. Poder encomendar produtos de qualquer parte do mundo, com muito maior variedade

Nem sempre se encontram todos os produtos que desejamos ou de que precisamos em Portugal, mesmo em lojas especializadas. No entanto, graças à Internet, já me é possível encomendar os meus livros favoritos (por vezes, a preços bastante mais convidativos do que nas lojas ditas convencionais, físicas), em línguas estrangeiras, em sites como o Book Depository ou as várias Amazon. Por vezes, mesmo que não encomende, gosto de ver lojas de roupa na Internet e de saber como são as novas colecções, antes de me decidir a visitar a loja física.

2. Usufruir de preços mais simpáticos

Nas lojas online, quer nacionais, quer internacionais, existe sempre alguma campanha em vigor – é época de saldos quase todos os dias. Quer sejam descontos nos portes ou em compras múltiplas, campanhas de Natal, Verão, Páscoa, regresso às aulas, novas colecções… encontro sempre algum desconto que me faz ficar a babar. Além do mais, como já referi, muitos sites internacionais praticam preços-base mais baixos e, mesmo adicionando os portes, a conta final fica mais leve e compensa.

3. Comodidade e despreocupação

Fazer compras em lojas online também é uma opção para quem, à semelhança do meu caso, prefere evitar as grandes concentrações de pessoas nas lojas físicas, a confusão, a desarrumação, o barulho… Parece cliché dizê-lo, mas os sites de compras oferecem tudo à distância de um clique, sem ser necessário sair de casa, do trabalho… Hoje em dia, até é possível fazer compras a partir dos telemóveis!

A pouco e pouco, não custa nada dar uma oportunidade às tecnologias da área comercial. Eu era uma céptica no assunto e só aderi praticamente por necessidade.

Agora, parece que sou fã e, ainda que continue a preferir as lojas físicas, as lojas online já não me parecem má ideia.

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Cultura tecnológica: Inclusão digital é inclusão social

25 de Dezembro de 2019 by Carla Machado Deixe um comentário

Na sociedade das tecnologias de informação é urgente debater a necessidade dos indivíduos acederem à rede de uma forma generalizada para minimizar riscos de exclusão social, ou seja, evitar que o individuo não seja de capaz de acompanhar o progresso tecnológico da sociedade em que vive, hoje composta de redes reais e virtuais. A sociedade actual funciona na simbiose de ambas tecendo a economia e as relações humanas, fazendo nascer a cultura tecnológica do inicio do século XXI. A ideia de inclusão digital remete de imediato para as pessoas carenciadas sem possibilidades de adquirir equipamentos tecnológicos, além da preocupação em responder a esta necessidade, a inclusão digital procura garantir a acessibilidade de todos às tecnologias de informação.

A necessidade de dispositivos acessíveis a todos

Uma utilização democrática das tecnologias de informação só é de facto possível se todas as pessoas forem capazes de utilizar os dispositivos tecnológicos que o mercado nos oferece. A opção de utilizar ou não é uma escolha individual, independentemente da sua causa. A sociedade deve estar consciente que a aprendizagem de utilização dos dispositivos deve estar ao alcance de todas faixas etárias, sejam aqueles que nasceram na era touchscreen, sejam aqueles que nasceram antes do computador que não se familiarizaram ao longos das suas vidas com computadores e outros dispositivos. Uma aposta na aprendizagem redobrada nas faixas etárias mais avançadas é obviamente uma mais valia que a inclusão tecnológica pode trazer à inclusão social e até fortalecer laços intergeracionais em que os mais novos ensinam os mais velhos a utilizar a tecnologia que também é a do seu tempo. Há um longo percurso na garantia da acessibilidade tecnologia, por exemplo, neste momento no papel de usuária, apesar de ser uma pessoa aparentemente não portadora de deficiência, de facto tenho uma doença visual a tão comum miopia e astigmatismo que apesar dos óculos ou lentes de contacto os contrastes dos ecrãs são sempre grandes inimigos, basta ajustar os contrastes, esta pequena função permite uma utilização do dispositivo de uma forma mais confortável. Pequenos mecanismos que de facto fazem a diferença. Nesta linha de pensamento, considerando um usuário com mobilidade reduzida que tenha dificuldade em movimentar os membros superiores, a utilização de dispositivos com touchscreen torna-se uma tarefa complicada, é uma questão que a ergonomia tem que resolver a curto prazo, pois as teclas tendem a desaparecer e a simples função telefonar pode ser uma tarefa árdua para quem tem mobilidade condicionada. O dispositivo não pode ser o motivo da exclusão digital, mas sim um instrumento apelativo para os usuários utilizarem de uma forma intuitiva e eficaz.

A necessidade de interfaces acessíveis a todos

Ultrapassando os obstáculos do dispositivo, chegamos então à interface, dado fundamental para a aprendizagem necessária à inclusão digital. O ecrã e as suas dimensões, numa época que temos múltiplos ecrãs, a adequação a todos é uma problemática actual no desenvolvimento de interfaces, uma aplicação, um programa ou um website tem ou deve em teoria funcionar em todos os dispositivos, tarefa ainda mais complicada quando os gigantes Windows, Google e Apple entram numa luta feroz de concorrência de mercado. Contudo, um dos factores da sua cota de mercado está dependente exactamente disto, a utilização intuitiva e rápida da tecnologia, actualmente o tempo é um bem raro e a tecnologia serve para nos facilitar a vida.

Responsive web desing

A inclusão digital passa por um design de interfaces web intuitivo. O responsive web design é uma perspectiva que defende que a criação de interfaces web que devem responder ao comportamento do usuário, deste modo facilitando a interacção, independentemente do tamanho dos ecrãs e rotação dos mesmos. Na prática consiste em adaptar todo e qualquer website a todo e qualquer ecrã, sem necessidade de dimensionar um novo formato para cada tamanho de ecrã que entre no mercado. Claramente, o objectivo é tornar o site inteligente e adaptar-se automaticamente ao dispositivo e às preferências do usuário.

Responsive web é efectivamente uma perspectiva de inclusão digital respondendo aos anseios do utilizador.

É espectável que tal como o responsive web design, mais abordagens enriqueçam a inclusão digital. Novas abordagens capazes de garantir a acessibilidade das pessoas às tecnologias de informação começando por reduzir a iliteracia digital, garantir a acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada e outras condicionantes aos dispositivos.

Inclusão digital é inclusão social!

Arquivado em:Redes Sociais Marcados com:acções de voluntariado, acções humanistas, ajuda social, apple ipad, assistência, civismo, criação de sites, desketop, eventos sociais, intervenção social, marketing digital, marketing relacional, notebook, optimização de sites, trabalho social, voluntários, webdesign

Copywriting – Imagem vale mesmo mais que mil palavras?

18 de Dezembro de 2019 by Alda Castro 1 comentário

copywritingA frase é da autoria do filósofo chinês Confúcio e diz que “uma imagem vale mais que mil palavras”. De facto, e apesar de esta frase ter mais de dois mil anos, a verdade é que os mais atuais estudos de neuro-aprendizagem continuam a garantir que aprendemos e retemos mais através de imagens do que de palavras. No entanto, o poder da palavra continua a ser determinante – sobretudo nesta nova esfera comunicacional que é a internet.

Curiosamente, são poucas as pessoas que conhecem as verdadeiras especificidades do web copywriting – que tem características muito distintas daquelas que ditam a escrita tradicional. Se tem interesse sobre o mundo da escrita digital, fique a conhecer algumas das curiosidades que fazem do copywriting uma das principais ferramentas da comunicação online.

Esqueça a síntese…

Esta é a maior surpresa para quem (ainda) não domina as técnicas do copywriting digital. Todos ouvimos dizer que cada vez se lê menos, que as pessoas se prendem mais facilmente por conteúdos curtos, que a regra do KISS (keep it simple and short – mantenha-o simples e curto) impera no reino da escrita. Certíssimo. Mas não na internet.

E isto porque, por trás de qualquer conteúdo, existe sempre um propósito: o de ter visibilidade, que é um dos grandes objetivos do marketing digital. Ora, na internet, esta visibilidade está diretamente associada aos motores de busca – sobretudo de Google, que é o motor de busca mais utilizado em todo o mundo, e que valoriza plataformas com conteúdos extensos, pertinentes e bem estruturados.

Assim, o ideal é que, ao publicar um post num blogue um num site, o autor tenha uma preocupação extrema com a qualidade do copywriting, que passa não só pela boa estruturação da escrita, mas também pela pertinente extensão (e quantidade) dos conteúdos.

Textos curtos podem funcionar em algumas circunstâncias – e sobretudo nas redes sociais – mas, regra geral, o ideal é que eles não envolvam menos de 500 palavras. Surpreendente, mas verdadeiro!

… e valorize a partilha!

Sejamos sinceros: há empresas que parecem viver numa miopia extrema e numa bolha de egocentrismo que não lhes traz qualquer vantagem. Escrever conteúdos totalmente virados para o negócio não é, na maior parte dos casos, vantajoso para o público-alvo.

Obviamente que uma empresa que produz vinho não vai começar a basear o seu copywriting em temas de engenharia automóvel – mas pode (e deve) investir na oferta de conteúdos complementares – como a dieta alimentar, a culinária, a agricultura e até o bem-estar físico e emocional. Tudo isto se pode relacionar com o tema da vinicultura, desde que se tenha alguma criatividade. O mais interessante? É precisamente isto que os cibernautas procuram: conteúdos interessantes e que não tenham necessariamente um vínculo comercial.

Mas tão importante quanto a variedade informativa é o efetivo interesse do copywriting. E ele só é interessante se for partilhável. Se induzir nos leitores a motivação para carregar no botão de partilha e publicar um determinado artigo nas suas páginas do Facebook, do Twitter ou de qualquer outra rede social.

Até porque (e aqui pode estar outro dado que desconhecia!), o Google também valoriza conteúdos partilháveis! Ou seja, ao garantirmos que o copywriting é eficaz, interessante e partilhável, este motor de busca vai considerar a nossa plataforma como digna de aparecer nos primeiros resultados de resultados das pesquisas realizadas. E o melhor de tudo: sem que tenhamos de fazer qualquer investimento financeiro para aparecer na primeira página do Google!

Mas o web copywriting tem muitos mais segredos e curiosidades que ajudam uma empresa a tornar-se uma efetiva referência no mundo digital. E já sabemos que a visibilidade gera tráfego e que o tráfego pode, consequentemente, gerar negócio – pelo que o copywriting é, cada vez mais, uma grande aposta das pessoas e empresas que querem vingar e destacar-se neste complexo (mas com elevado potencial) novo “mercado global”.

Se uma imagem vale mais que mil palavras? Em alguns casos, sim. Mas, na internet, estas mil palavras podem ter um valor imensurável: o sucesso do seu negócio!

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Desenvolvimento Web, Exemplo Feliz de Melhoria Contínua

11 de Dezembro de 2019 by olinda de freitas 1 comentário

desenvolvimento webFalar de desenvolvimento web é incluir o conteúdo, as estruturas de navegação, os layouts, o design, a funcionalidade e os processos – peças fundamentais do marketing digital que, porque evoluem, têm de ser continuamente actualizadas.

O desenvolvimento web não é um processo linear mas antes um ciclo de mudança

O desenvolvimento de qualquer site por uma agência de marketing digital não deve ser um processo linear. Pelo contrário, cada mudança e cada actualização devem ser parte de um processo contínuo de um ciclo cujos resultados servem para melhorar o site, nomeadamente:

  • melhorar o conteúdo em uma página da web;
  • melhorar, em termos de ajustes, estrutura de navegação do site;
  • melhorar um formulário web pela actualização;
  • melhorar, pelo conteúdo, o SEO de uma página;

O fluxo de trabalho de desenvolvimento web deve basear-se em uma análise que deve identificar uma necessidade ou um problema em um site – sempre com vista à melhoria contínua pela promoção da criatividade e do pensamento inovador para resolver determinadas questões específicas.

Por sua vez, as ideias e as soluções criadas na fase do projecto de desenvolvimento web têm de ser testadas: é nesta altura que falhar é um verbo importante para se poder avançar e melhorar a fase anterior.

O desenvolvimento web implica a implementação de ideias: os ajustes de melhoria contínua necessários ao site

O profissional de desenvolvimento web depara-se sempre com a implementação da ideia, a altura do trabalho em que a possibilidade de promover a mudança através de ajustes ou adaptações. É precisamente esta a altura de olhar para o problema que existe se implementar a ideia está difícil… este é um ciclo que não se pode evitar: criar, alterar, mudar, avançar ou recomeçar novamente até ficar um trabalho feliz.

O ciclo de melhoria (PDCA) contínua já tem mais de 70 anos é é, provavelmente, o mais conhecido conceito da gestão da qualidade. Bem visto é também aplicável ao desenvolvimento web.

 

Plan (Planear) é o primeiro passo do ciclo de melhoria contínua, responsável pelo desenho do processo ao qual se quer ter o conceito aplicado. Nesta fase é importante estabelecer objectivos, estabelecer o caminho de como este objectivo será alcançado e o método que será utilizado para se a ele chegar.

Do (Executar) refere-se à execução da etapa anterior de planeamento e consiste no treino dos envolvidos, a execução do que foi planeado e a recolha de dados para futura análise.

Check (Verificar) é quando cabe a análise e a verificação dos dados recolhidos anteriormente. Nesta fase é onde serão detectadas as possíveis falhas e os erros que não estavam previstos no desenho do processo.

Act (Agir) é a última faze do ciclo que após estar concluída, o PDCA inicia um novo ciclo. Nesta fase as correcções são aprimoradas e também definidos os planos de acção para a melhoria da qualidade, da eficiência e da eficácia.

Saiba mais sobre o trabalho de desenvolvimento web em consonância com o ciclo de melhoria contínua na nossa agência de marketing digital.

Arquivado em:Web Design Marcados com:agência de marketing digital, Ciclo de melhoria contínua, ciclo PDCA, criação de sites, desenvolvimento web, SEO, webdesign

SEO em Portugal e a Estratégia dos 8 Ps do MKT Digital

4 de Setembro de 2019 by olinda de freitas Deixe um comentário

O SEO em Portugal é relativamente recente – assim como o mercado de negócios online e só há relativamente pouco tempo, se compararmos com outros países da Europa, é que o hábito de comprar online assim como o desenvolvimento do marketing digital e de empresas especialistas na área começaram a surgir.

Aproveitar a tecnologia da internet e fazer SEO em Portugal: aproveitar recursos e as oportunidades dos 8 P”s do marketing digital

seo em portugal - googleUma das primeiras, senão mesmo a primeira, empresa de SEO em Portugal tem vindo a desenvolver cada vez mais este instrumento ao serviço do marketing digital para colocar os negócios no topo do Google. Como? O sucesso dos seus resultados passa inevitavelmente pela exploração dos 8 P”s completamente a favor dos clientes.

A Pesquisa é o primeiro P do marketing digital, que passa pela identificação do comportamento de pesquisa do público-alvo no sentido de se descobrir a sua maneira de pensar. Perceba isto: se perceber como o seu consumidor pensa, saberá onde estão as oportunidades do mercado e qual a melhor abordagem de vendas para aumentar a taxa de conversão da sua empresa.

Para que um site seja uma máquina de vendas do topo do Google é preciso haver um planeamento dos 8 P”s – tanto em termos de cálculos de ROI como em relação às vendas, à análise de micro-conversões e captura de e-mails até à construção do wireframe que mostrará o que estrategicamente deverá ter o site.

Através do 3°P, a produção, fica-se com uma certa independência para gerir melhor um projecto web e utilizar algumas ferramentas e encontrar melhores soluções em relação ao desenvolvimento de landing pages e outras acções promocionais de marketing digital – sem se depender de intermediários e acelerando o processo.

A Publicação, a Promoção, a Propagação e a Precisão no marketing digital da primeira empresa de SEO em Portugal

A Publicação, como o 4º P, é uma das mais importantes fases do processo já que trata do conteúdo. É neste P que se trabalham algumas tácticas de SEO e igualmente de persuasão. Esta fase é, por isso, a responsável tanto pelo tráfego do site como também pelas vendas provenientes desse tráfego.

Casa arrumada com a pesquisa, planeamento, produção e publicação de conteúdos – chega a hora da promoção, isto é, da divulgação de tudo o que foi construído e do valor que o negócio possui para atrair – pelo aumento da taxa de conversão – o público certo ao site trabalhado.

Comunicar com o consumidor é absolutamente imprescindível para impulsionar os negócios: trata-se do 6ºP: Propagação, ou seja, a capacidade da primeira agência de SEO em Portugal na divulgação das marcas de um negócio através de técnicas para aumentar a probabilidade de visualização de uma mensagem por meio das redes sociais.

Por intermédio da Personalização, o 6º P do marketing digital, trabalha-se o incentivo ao consumidor para que este receba e abra a mensagem que se quer passar – não quer que a leiam e que cliquem no seu link?

Estamos precisamente mesmo no fim com a Precisão de mensurar todas as acções desenvolvidas através de ferramentas de web analytics para que se possa assegurar o caminho e o rumo certo dos negócios.

Prefira agências de marketing digital que primam pela estratégia.

Arquivado em:SEO Marcados com:8 Ps, agencia marketing digital, criação de sites, empresas de seo, marketing digital, seo portugal, serviços seo, topo do google

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